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O Conselho Federal de Fonoaudiologia, em que se pese as diretrizes da Resolução 427/2013 e a finalização da nova resolução que trata sobre o assunto, tem uma recomendação especial para garantir que os cuidados de saúde considerados urgentes ou essenciais sejam mantidos. Em condições emergenciais como uma pandemia, a teleconsulta e o telemonitoramento podem ser realizados, temporariamente, durante os meses de março e abril de 2020.

É importante que as tecnologias de informação e comunicação utilizadas para os atendimentos obedeçam a parâmetros de verificação, confidencialidade e segurança reconhecidos e adequados, considerando o que determina a Lei no. 13.853, de 8 de julho de 2019, que altera a Lei nº 13.709, de 14 de agosto de 2018, para dispor sobre a proteção de dados pessoais e para criar a Autoridade Nacional de Proteção de Dados. Os serviços prestados via telessaúde deverão respeitar a infraestrutura tecnológica física, recursos humanos e materiais adequados, assim como obedecer às normas técnicas de guarda, manuseio e transmissão de dados, garantindo confidencialidade, privacidade e sigilo profissional.
O fonoaudiólogo que prestar este serviço deve garantir a equivalência aos serviços prestados presencialmente, sendo obedecido o Código de Ética da Fonoaudiologia, assim como outros dispositivos que regem as boas práticas de sua área de atuação.
Caso a(o) profissional opte por continuar realizando atendimentos presenciais, recomenda-se a utilização de todos os equipamentos de proteção individual, como já amplamente divulgados na Nota publicada em 16 de março de 2020.

8 Responses to “Coronavírus: teleconsulta e telemonitoramento em condições emergenciais”

  1. TALINE RABELO, Responder

    Boa noite,

    Como vocês orientam a cobrança desses atendimentos online?

    Grata

  2. Cesar Augusto dos Anjos Borges Ferreira, Responder

    O conselho federal de fonaudiologia continua na idade da pedra. Diversas atividades de saude jã atuam em teleatendimento hã tempos, incluindo os medicos e os fonoaudiologos, nesta epoca, tem que atuar da forma mais rudimentar que existe. Muitas terapias e tipo de atendimentos podem ser feitas a distancia e cabe ao profissional ter a nocao do que deve ser tratado presencialmente ou nao. Um absurdo essa postura do CRfa,

  3. ANA LUZIA DOS SANTOS VIEIRA, Responder

    Bom dia,
    Sugiro reconsiderar o período de março e abril e, estender o prazo até o término da quarentena determinada pelo governo. Para podermos negociar com as operadoras esse período de 40 dias (é o que nos resta) inviabiliza a negociação e os atendimentos. Aguardo o pronunciamento, grata

  4. Marcia Nader, Responder

    Bom dia, gostaria que o prazo para atendimento em ” TELECONSULTA E TELEMONITORAMENTO EM CONDIÇÕES EMERGENCIAIS” fosse repensado.
    Aguardo resposta do meu pedido.

  5. Pedro Henrique Farias Borges, Responder

    Boa tarde,

    Como vocês orientam a cobrança desses atendimentos online?

    Obrigado.

  6. Denise Roza, Responder

    Gostaria de saber se o CFFa, fez alguma solicitação junto as operadoras de plano de saúde para que os teleatendimentos tenha cobertura. Até agora os planos de saúde não liberaram autorização para o teleatendimento mesmo no período de quarentena em prevenção ao Coronavirus COVID-19.
    Desde já agradeço.

  7. Fabíola Dias Pereira, Responder

    Gostaria de saber se posso, como fonoaudióloga, atender novos pacientes, pois a queixa das famílias é que muitos profissionais se afastaram e que querem o teleatendimento e estão migrando para profissionais que já estão preparados pra este serviço? O que orienta o conselho??

  8. Sirleia Terezinha Vicente, Responder

    Gostaria de fazer uma consulta on-line

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